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Uma das principais causas de morte em mulheres, o câncer de mama pode ocorrer por herança genética como também em decorrência dos maus hábitos.

Alguns fatores ambientais e comportamentais podem estar associados ao risco de câncer de mama e, apesar de não haver evidências conclusivas em seguir estratégias de prevenção, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) recomenda que seja avaliado os fatores de risco, principalmente a obesidade e o tabagismo.

O Instituto também aponta em um relatório que uma alimentação saudável e atividades físicas reguladas também contribuem como algumas das formas mais importantes de se proteger contra o câncer, já que essas medidas afetam diretamente na questão da obesidade.

Outro estudo elaborado pelo Centro de Pesquisas sobre Câncer Fred Hutchinson propõe algumas medidas específicas para a prevenção do câncer de mama:

1. Evite o excesso de peso. A obesidade aumenta o risco de câncer de mama após a menopausa. Evite ganhar peso ao longo do tempo e tente manter um índice de massa corporal de 25 ou menos (calculadoras podem ser encontrados online).

2. Alimente-se de forma saudável. Abrace uma dieta rica em vegetais e frutas e evite bebidas com açúcar, carboidratos refinados e alimentos gordurosos. Coma proteína magra, como peito de frango e de peixe. E a carne vermelha sempre com moderação. Prefira os óleos vegetais.

3. Não deixe de praticar exercícios físicos. A pesquisa sugere que o aumento da atividade física, mesmo quando iniciada mais tarde na vida, reduz o risco de câncer de mama em 10%, pelo menos. Basta um exercício moderado, como caminhar 30 minutos cinco dias por semana para conseguir esse efeito de proteção.

4. Beba pouco ou nenhum álcool. O uso de álcool está associado com um risco aumentado de câncer de mama. As mulheres devem limitar a ingestão a não mais que uma bebida por dia, independentemente do tipo de álcool.

5. Evite a terapia de reposição hormonal, que pode aumentar o risco de câncer de mama. Se você deve tomar hormônios para controlar os sintomas da menopausa, evite aqueles que contêm progesterona e limite seu uso a menos de três anos. “Hormônios bioidênticos”, cremes hormonais e géis não são mais seguros do que os hormônios da prescrição, e também devem ser evitados.

6. Medicamentos bloqueador de hormônios: mulheres com história familiar de câncer de mama ou que tenham mais de 60 anos devem conversar com seu médico sobre os prós e contras das drogas bloqueadoras de hormônios, como o tamoxifeno e o raloxifeno.

7. Não fume. Fumar a longo prazo está associado a um aumento do risco de câncer de mama em algumas mulheres. Procure ajuda se for necessário para largar o tabagismo.

8.Amamente o maior tempo possível. Mulheres que amamentam seus bebês por um ano no mínimo têm um risco menor de desenvolver a doença mais tarde.

Além de todos esses hábitos mais saudáveis é imprescindível monitorar as mamas ao menos duas vezes por ano. Fazer somente o autoexame não basta. A mamografia (detecção de raio-X) também deve ser realizada e demais exames que forem sugeridos pelo seu médico. E tenha uma mente também saudável, porque viver bem e com alegria também é uma grande recomendação, para evitar qualquer tipo de doença.

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Fonte: Vila Mulher / Portal Terra.

Contrariando o que postamos anteriormente sobre o álcool (mas não totalmente), o vinho tinto se mostrou mais uma vez um aliado da saúde das mulheres. Uma pesquisa recente constatou que a ingestão do equivalente a uma taça da bebida por dia pode intensificar o tratamento contra o câncer de mama, aumentando as chances de sucesso.

Segundo a equipe do Cleveland Clinic’s Lerner Research Institute (EUA), o resveratrol – polifenol antioxidante presente na uva e, portanto, no vinho – aumenta o poder de ação das drogas usadas no combate à doença. Testes de laboratório descobriram que a substância evita que as células cancerígenas se tornem resistentes ao remédio rapamicina, o que ocorre normalmente e pode levar a recaídas.

O resveratrol, no entanto, consegue interferir nesse processo de resistência aos medicamentos usados no tratamento, evitando que a rapamicina perca seu efeito, segundo o estudo publicado no periódico Cancer Letters. O polifenol, presente também na framboesa e amendoim, é importante no combate aos fungos e às bactérias infecciosas desses alimentos.

Proteção – Os cientistas já exploravam o potencial do resveratrol para reduzir os riscos de doenças cardíacas, Alzheimer e para retardar o envelhecimento do corpo. Pesquisas anteriores apontavam que uma taça de vinho ao dia é suficiente também para proteger o organismo contra o câncer de mama, uma vez que a substância bloqueia a interação entre estrogênio e o DNA da mulher.

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Fonte: Revista Veja / 15/02/2011

Um novo estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos constatou que o consumo moderado de álcool aumenta o risco da mulher desenvolver o câncer de mama.

Para as mulheres que estão na pré-menopausa, dois drinques por dia causam um aumento dos níveis de estrogênio no corpo, o que seria o responsável pelo surgimento do câncer de mama. As mulheres que bebem de forma moderada, de uma ou duas doses diárias de álcool, aumentam em 32% as chances de desenvolver os tumores.

Aquelas que bebem menos de uma dose diária aumentam os riscos em 7%. As mulheres que bebem três ou mais doses diárias podem aumentar em até 51% os riscos de desenvolver o câncer de mama. A relação entre álcool e câncer não é de hoje e o tipo de bebida que causa a doença é indiferente.

Cerveja, vinho ou destilado, o responsável pela doença é o etanol contido neles. Os médicos aconselham que as mulheres façam uso da bebida eventualmente. O limite máximo é de dois drinques por dia para homens e um para mulheres.

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Fonte: R7.

A FDA (agência reguladora de remédios e alimentos nos EUA) aprovou na última sexta-feira (11) um aparelho de mamografia 3D que pode fazer um diagnóstico mais preciso de câncer de mama.

O aparelho da empresa Hologic Inc. oferece uma visão mais detalhada do seio para encontrar as anomalias.

A desvantagem é que aparelho emite o dobro de radiação em relação ao convencional. Segundo a FDA (agência que regula remédios nos EUA), mulheres que fizerem o exame 2D e o 3D terão 1,5% a mais de risco de desenvolver câncer de mama por causa da radiação. O risco natural é de 12%.

A agência tem lançado campanhas para reduzir a exposição desnecessária de pacientes à radiação.

Mas, nesse caso, diz a FDA, os benefícios do novo aparelho compensam as possibilidades de risco, porque os exames 3D vão aumentar a precisão do diagnóstico de câncer de mama.

A mamografia é a melhor forma de descobrir a doença. Hoje, muitas mulheres fazem exames adicionais para confirmar o diagnóstico.

Segundo a FDA, uma segunda imagem em 3D ajudará os médicos a detectar mais casos de câncer comparado com o exame tradicional.

Marisa Weiss agendou sua mamografia para a primavera, como faz todos os anos. Ela havia acabado de completar 51 anos e, depois de fazer exames anuais durante uma década, ela sabia o que esperar: seu tecido denso nas mamas dificultava a leitura dos filmes –”é como procurar um urso polar numa nevasca”–, e o técnico provavelmente pediria que ela sentasse para algumas observações adicionais.

Este ano foi diferente. Depois que Weiss voltou para casa, ela recebeu uma ligação do consultório.

“Eles disseram: ‘Você poderia voltar para cá agora?’”, recordou-se ela. “Eu respondi que preferiria não, e eles disseram: ‘Tem certeza?’ Naquele momento, percebi que a coisa era mais séria.”

Weiss, que logo soube ter um câncer invasivo do estágio 1 no seio esquerdo, não é uma médica qualquer. Oncologista de radiação e especialista em câncer de mama, ela criou um site bastante popular, o breastcancer.org, voltado a mulheres que buscam informações detalhadas sobre a doença –e se considera uma mulher com uma missão. Ela atende pacientes três dias por semana, mas dedica os outros quatro dias ao site, que anualmente atrai milhões de visitantes de 250 países. Ela está escrevendo seu terceiro livro sobre câncer de mama para o público em geral.

Um ano atrás, quando uma força-tarefa federal divulgou novas diretrizes afrouxando as recomendações para mamografias, Weiss foi um de seus mais ferozes críticos. As mamografias não são perfeitas, disse ela na ocasião, mas salvam vidas. Hoje ela afirma que uma pode ter salvado a própria vida.

Nos anais da medicina, a história de Weiss é apenas isso: uma história, uma experiência individual do tipo que os cientistas descartam como casual, nunca uma razão para repensar uma política. Mas ela destaca as persistentes e desconfortáveis perguntas sobre quando, e com que frequência, fazer o exame de câncer de mama, e como equilibrar os benefícios do diagnóstico prematuro com os males da mamografia –incluindo resultados falso-positivos, que podem levar a biópsias e tratamentos desnecessários.

As novas diretrizes pedem o adiamento dos exames de rotina para mulheres sob risco médio para os 50 anos, dos 40 anteriores, e recomendam exames a cada dois anos, em vez de anualmente.

Se tivesse seguido essas diretrizes, Weiss poderia ter pulado o exame deste ano, dando ao tumor mais tempo para crescer despercebido; e se ela não houvesse realizado uma trilha de exames desde seus 40 anos, os médicos não teriam conseguido comparar as imagens e perceber o sutil aparecimento do tumor (na verdade, seu risco é acima da média, graças a seu denso tecido nas mamas e histórico familiar. Mas ela aponta: “A maioria das mulheres que desenvolve câncer de mama não possui um histórico familiar –isso é um enorme mito”).

Porém, mesmo na Sociedade Americana do Câncer, que continua aconselhando as mulheres a iniciar mamografias regulares aos 40, especialistas reconhecem as limitações do exame.

“A maioria das pessoas acha que a mamografia é muito mais benéfica do que na verdade é”, afirmou Otis Brawley, diretor de medicina da sociedade.

“Mesmo assumindo o argumento mais liberal, mais pró-mamografia, precisamos de algo melhor.”

Brawley diz que, na balança, a mamografia salva vidas. Mas ele aponta que o exame deixa passar alguns cânceres, e que a radiação das varreduras pode fazer com que alguns cânceres se desenvolvam.

Além disso, algumas mulheres terão de retornar repetidamente para procedimentos adicionais, exames e biópsias que acabarão descartando o câncer –mas que serão dolorosos e geradores de ansiedade. As mamografias também encontram alguns cânceres que crescem muito lentamente e se parecem exatamente com qualquer outro tumor canceroso, levando a tratamentos agressivos e desnecessários.

A Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA descobriu que, embora a mamografia salve vidas no geral –reduzindo a taxa de mortalidade por câncer de mama em 15%–, os benefícios diminuíram rapidamente para mulheres mais jovens, que também carregaram o maior fardo dos danos.

Enquanto uma morte por câncer é evitada em cada 1.339 mulheres de 50 anos e 377 mulheres de 60 anos que se submetem aos exames, 1.904 mulheres de 40 anos precisariam ser examinadas durante dez anos para evitar uma única morte.

O painel também desencorajou os autoexames de mama, além dos exames de mama realizados por médicos.

Mas embora as recomendações tenham recebido uma saturação de cobertura na mídia no ano passado, pouca atenção foi dada um mês depois, quando o painel modificou sua mensagem. Preocupados por um possível mal-entendido, eles deram o extraordinário passo de corrigir a linguagem padrão de suas recomendações e removeram a essencial palavra “contra”, quando aplicada à mamografia de rotina para mulheres entre 40 e 49 anos.

E mantiveram a linguagem recomendando que a decisão de iniciar os exames a cada dois anos “deve ser tomada de forma individual” e que “leve em consideração o contexto da paciente, incluindo seus valores em relação aos benefícios e danos específicos”.

“Ninguém havia lido aquela segunda frase –ninguém tinha ido além das palavras ‘recomendamos contra’ os exames de rotina em mulheres de 40 a 49″, disse Bruce Ned Calonge, diretor da força-tarefa, em recente entrevista. “Nós não dissemos: ‘Não façam os exames’. A intenção da força-tarefa era promover uma tomada de decisão compartilhada entre os médicos e as mulheres daquela faixa etária”.

Já existem algumas indicações de que clínicos gerais estão reduzindo as orientações para mamografias. Um recente relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças afirmou que um terço dos casos de câncer de mama é diagnosticado em estágios avançados, quando o tratamento é mais difícil.

A tendência é perturbadora para Weiss, que diz ter receio de que as mudanças radicais na forma como as mulheres vivem –puberdade adiantada, aumento da obesidade e do consumo de álcool, poluição ambiental, uso prolongado de contraceptivos orais, gravidez tardia e redução na amamentação –possam levar ao surgimento de câncer de mama em idades menores.

Sua própria cirurgia correu bem. Ela não precisou de radiação ou quimioterapia, pois o câncer não havia se espalhado. Ela iniciou o tratamento com hormônios e logo estava de volta à sua ocupada agenda em tempo integral.

Weiss, que vive em Wynewood, Pensilvânia, fez algumas mudanças de estilo de vida desde seu diagnóstico –filtrar a água da torneira, não cozinhar em plástico e comprar carne sem hormônios e frutas orgânicas. Ela perdeu sete quilos e se tornou uma entusiasta da dança-exercício chamada “zumba”. Ela come muitos vegetais verdes, reduziu o vinho e sempre tenta ter uma boa noite de sono.

“Estou compartilhando minha história para estimular as mulheres a dar um passo à frente e fazer as mamografias”, disse ela. “Tenho sorte por ter identificado cedo o problema, e quero usar minha situação como exemplo do valor da detecção antecipada.”

“A verdade é esta: toda mulher está sob o risco. E toda mulher precisa fazer tudo a seu alcance para se proteger.”

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Fonte: Liga Contra o Câncer

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. E, de acordo com uma pesquisa francesa, uma dieta com fontes de vitamina D combinada à exposição solar (que também produz vitamina D) pode reduzir o risco da doença.

Cientistas do Centro de Investigação em Epidemiologia e Saúde da População acompanharam 67.721 pessoas do sexo feminino entre 41 e 72 anos ao longo de uma década. Suas dietas e os níveis de raios ultravioletas de onde viviam foram levados em consideração. Até o fim do período de análise, 2871 desenvolveram a patologia.

A equipe constatou que habitar regiões com maiores níveis de raios UV está associado a uma probabilidade menor (de quase 10%) de ter o problema em comparação com quem está em locais com taxas menores de UV. Mas o maior efeito protetor foi observado na associação de elevada radiação ultravioleta e mais consumo de vitamina D (alimentos ou suplementos). As chances são até 43% menores. Dieta rica em vitamina D, mas sem sol, não trouxe benefícios.

O pesquisador Pierre Engel disse ao jornal Daily Mail que é importante lembrar do crescimento do risco de câncer de pele ao mencionar o sol. Mas afirmou que acredita que o aumento dos níveis de vitamina D por exposição razoável ao sol (tomando as precauções necessárias) e alimentos específicos deva ser incentivado.

Testes sugerem que a vitamina D possa ter uma série de efeitos anticâncer, como retardar a propagação das células doentes. O levantamento mostrou que cerca de 45% da vitamina D referente à alimentação das voluntárias veio de peixes e frutos do mar, 16% de ovos, 11% de produtos lácteos, 10% de óleos e margarinas, e 6% de bolos.

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Fonte: Terra.

Novas pesquisas revelam que mulheres na menopausa com acumulo de gordura abdominal ou com a cintura grossa em comparação ao tamanho do quadril podem enfrentar riscos mais altos de tumores nas mamas com receptor estrógeno (ER) negativo.

A equipe de pesquisa observou que tal distribuição de gordura corporal estava mais fortemente relacionada ao risco de desenvolver este tipo específico de câncer do que ao tipo ER positivo.

Este tipo de distribuição de gordura corporal não foi associado a um risco mais alto de outros tipos de câncer, segundo dados do estudo publicado no dia 15 de dezembro no Journal of the National Cancer Institute.

Quando o câncer de mama é do tipo receptor de estrógeno (ER) negativo quer dizer que o câncer não dispõe de receptores do hormônio feminino estrógeno, então o hormônio não estimula o câncer a crescer.

A equipe de pesquisa, liderada por Holly R. Harris, do Brigham and Women’s Hospital and Harvard Medical School de Boston, ressaltou que pesquisas anteriores já haviam sugerido que a composição da gordura corporal (como indicado pelo Índice de Massa Corporal, IMC) tem uma relação complexa com o risco de câncer. Por exemplo, ter o IMC alto já foi relacionado a um aumento no risco de câncer de mamas pós-menopausa, mas não do tipo pré-menopausa.

Por outro lado, os pesquisadores disseram que mulheres na menopausa com acúmulo de gordura em volta dos órgãos da região abdominal têm maior probabilidade de desenvolver condições de pré-diabetes conhecidas como hiperinsulinemia. Testes de laboratório mostraram que receptores de insulina podem promover o crescimento de células de câncer de mama.

Nas mais recentes investigações, Harris e seus colegas se concentraram em dados de mais de 116.000 mulheres que participam do Nurses Health Study II desde 1989, dentre eles a circunferência da cintura e do quadril, registrada em 1993.

Segundo os pesquisadores, o fato do câncer de mamas ER negativo ter sido mais fortemente relacionado à gordura abdominal e à proporção cintura-quadril do que o tipo ER positivo sugere que a forma que a distribuição da gordura corporal influencia nos riscos de câncer foge das trajetórias dos hormônios sexuais.

“As descobertas podem sugerir que um trajeto relacionado à insulina, por sua vez relacionado à gordura abdominal, esta envolvido no desenvolvimento de câncer de mamas na pré-menopausa”, escreveram os autores do estudo.

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Fonte: IG Saúde.

A Prefeitura Municipal de Sooretama-ES, em uma atitude pioneira, realizou 200 exames de mamografia em pacientes cadastradas no Programa Bolsa Família com recursos do IGD através da Secretaria Municipal de Ação Social em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e com o apoio da Loja Maçônica Antônio Macedo Filho. A ação aconteceu durante os dias 12 a 15 de janeiro de 2011, na Praça da Bíblia.

Em pesquisa realizada entre as pacientes, a Secretaria Municipal de Ação Social constatou que 90% nunca haviam realizado o exame de mamografia.

Parabéns aos envolvidos na bela ação, que ficou marcada pelo pioneirismo, determinação, harmonia e carinho com as pacientes.

Confiram as fotos:

Para diminuir a incidência de câncer de mama no Brasil, país onde a doença mata 11 mil mulheres por ano, o Inca (Instituto Nacional do Câncer) elaborou algumas recomendações baseadas em estudos científicos.

O objetivo é fazer com que as mulheres e a sociedade fiquem atentos para a detecção precoce do câncer de mama. As   dicas também são válidas para homens, já que a doença os ataca, mas em uma escala muito reduzida. Confira abaixo as recomendações:

1ª – Toda mulher deve ter amplo acesso à informação com base científica e de fácil compreensão sobre o câncer de mama;

2ª – Toda mulher deve ficar alerta para os primeiros sinais e sintomas do câncer de mama e procurar avaliação médica;

3ª – Toda mulher com nódulo palpável na mama e outras alterações suspeitas deve ter direito a receber diagnóstico no prazo máximo de 60 dias;

4ª – Toda mulher de 50 a 69 anos deve fazer mamografia a cada dois anos;

5ª – Toda mulher deve saber que o controle de peso corporal e da ingestão de álcool, além da amamentação e da prática de atividades físicas, são formas de prevenir o câncer de mama;

6ª – A terapia de reposição hormonal, quando indicada na pós-menopausa, deve ser feita sob rigoroso acompanhamento médico, pois aumenta o risco de câncer de mama.

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Fonte: R7.

Pesquisadores americanos avaliaram mais de 50 mil mulheres e descobriram que as mulheres obesas que nunca tiveram filhos – ou que ficaram grávidas após os 30 anos – têm mais chances de desenvolver um tipo de câncer de mama chamado carcinoma lobular invasivo.

Esse tipo de câncer tem início nas glândulas produtoras de leite, mas invade o tecido mamário e se espalha para outras partes do corpo. É mais provável que ocorra em ambas as mamas. O carcinoma lobular invasivo representa de 10% a 15% dos cânceres de mama.

Para chegar ao resultado, os cientistas da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, analisaram o histórico de 50 mil mulheres nascidas entre 1912 e 1986. Eles descobriram que as obesas que nunca tiveram filhos têm três vezes mais chances de desenvolver esse tipo de câncer. Já aquelas que tiveram filhos após 30 anos, o risco é 2,5 vezes maior.

De acordo com um dos autores do estudo, Polly Newcomb, os resultados são preocupantes porque é cada vez mais comum encontrar mulheres nessas condições.

Nos Estados Unidos, a incidência do carcinoma lobular invasivo começou a crescer na década de 90, e atualmente já chega a 20% do total de casos.

Para Newcomb, as mulheres precisam ficar atentas aos fatores que podem ser evitados, para que o risco de desenvolver um câncer não seja maior.

- Já existem evidências de que a obesidade, o sedentarismo e o abuso de álcool são fatores de risco para câncer. Mas todos eles podem ser revertidos.

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Fonte: R7.



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