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O Município de Aracruz, no Norte do Espírito Santo, foi beneficiado pela parceria entre CRC – Conselho Regional de Contabilidade Espirito Santo e o Programa Mamografia Express que realizou nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2011, na Praça da Central de Aracruz, 50 exames de mamografia.

Essa ação mostra que cada vez mais pessoas em mais lugares estão preocupadas com a sua saúde e que querem prevenir o câncer de mama.

Esta ação fez parte do Programa “CRC Itinerante”, onde a administração central do CRC se reúne na sede de suas delegacias regionais. Vejam algumas fotos:

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Você sabia que pode fazer uma doação para contribuir para o combate contra o câncer de mama?

Para isso, é só você acessar a página de doação! É simples e rápido!

Marisa Weiss agendou sua mamografia para a primavera, como faz todos os anos. Ela havia acabado de completar 51 anos e, depois de fazer exames anuais durante uma década, ela sabia o que esperar: seu tecido denso nas mamas dificultava a leitura dos filmes –”é como procurar um urso polar numa nevasca”–, e o técnico provavelmente pediria que ela sentasse para algumas observações adicionais.

Este ano foi diferente. Depois que Weiss voltou para casa, ela recebeu uma ligação do consultório.

“Eles disseram: ‘Você poderia voltar para cá agora?’”, recordou-se ela. “Eu respondi que preferiria não, e eles disseram: ‘Tem certeza?’ Naquele momento, percebi que a coisa era mais séria.”

Weiss, que logo soube ter um câncer invasivo do estágio 1 no seio esquerdo, não é uma médica qualquer. Oncologista de radiação e especialista em câncer de mama, ela criou um site bastante popular, o breastcancer.org, voltado a mulheres que buscam informações detalhadas sobre a doença –e se considera uma mulher com uma missão. Ela atende pacientes três dias por semana, mas dedica os outros quatro dias ao site, que anualmente atrai milhões de visitantes de 250 países. Ela está escrevendo seu terceiro livro sobre câncer de mama para o público em geral.

Um ano atrás, quando uma força-tarefa federal divulgou novas diretrizes afrouxando as recomendações para mamografias, Weiss foi um de seus mais ferozes críticos. As mamografias não são perfeitas, disse ela na ocasião, mas salvam vidas. Hoje ela afirma que uma pode ter salvado a própria vida.

Nos anais da medicina, a história de Weiss é apenas isso: uma história, uma experiência individual do tipo que os cientistas descartam como casual, nunca uma razão para repensar uma política. Mas ela destaca as persistentes e desconfortáveis perguntas sobre quando, e com que frequência, fazer o exame de câncer de mama, e como equilibrar os benefícios do diagnóstico prematuro com os males da mamografia –incluindo resultados falso-positivos, que podem levar a biópsias e tratamentos desnecessários.

As novas diretrizes pedem o adiamento dos exames de rotina para mulheres sob risco médio para os 50 anos, dos 40 anteriores, e recomendam exames a cada dois anos, em vez de anualmente.

Se tivesse seguido essas diretrizes, Weiss poderia ter pulado o exame deste ano, dando ao tumor mais tempo para crescer despercebido; e se ela não houvesse realizado uma trilha de exames desde seus 40 anos, os médicos não teriam conseguido comparar as imagens e perceber o sutil aparecimento do tumor (na verdade, seu risco é acima da média, graças a seu denso tecido nas mamas e histórico familiar. Mas ela aponta: “A maioria das mulheres que desenvolve câncer de mama não possui um histórico familiar –isso é um enorme mito”).

Porém, mesmo na Sociedade Americana do Câncer, que continua aconselhando as mulheres a iniciar mamografias regulares aos 40, especialistas reconhecem as limitações do exame.

“A maioria das pessoas acha que a mamografia é muito mais benéfica do que na verdade é”, afirmou Otis Brawley, diretor de medicina da sociedade.

“Mesmo assumindo o argumento mais liberal, mais pró-mamografia, precisamos de algo melhor.”

Brawley diz que, na balança, a mamografia salva vidas. Mas ele aponta que o exame deixa passar alguns cânceres, e que a radiação das varreduras pode fazer com que alguns cânceres se desenvolvam.

Além disso, algumas mulheres terão de retornar repetidamente para procedimentos adicionais, exames e biópsias que acabarão descartando o câncer –mas que serão dolorosos e geradores de ansiedade. As mamografias também encontram alguns cânceres que crescem muito lentamente e se parecem exatamente com qualquer outro tumor canceroso, levando a tratamentos agressivos e desnecessários.

A Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA descobriu que, embora a mamografia salve vidas no geral –reduzindo a taxa de mortalidade por câncer de mama em 15%–, os benefícios diminuíram rapidamente para mulheres mais jovens, que também carregaram o maior fardo dos danos.

Enquanto uma morte por câncer é evitada em cada 1.339 mulheres de 50 anos e 377 mulheres de 60 anos que se submetem aos exames, 1.904 mulheres de 40 anos precisariam ser examinadas durante dez anos para evitar uma única morte.

O painel também desencorajou os autoexames de mama, além dos exames de mama realizados por médicos.

Mas embora as recomendações tenham recebido uma saturação de cobertura na mídia no ano passado, pouca atenção foi dada um mês depois, quando o painel modificou sua mensagem. Preocupados por um possível mal-entendido, eles deram o extraordinário passo de corrigir a linguagem padrão de suas recomendações e removeram a essencial palavra “contra”, quando aplicada à mamografia de rotina para mulheres entre 40 e 49 anos.

E mantiveram a linguagem recomendando que a decisão de iniciar os exames a cada dois anos “deve ser tomada de forma individual” e que “leve em consideração o contexto da paciente, incluindo seus valores em relação aos benefícios e danos específicos”.

“Ninguém havia lido aquela segunda frase –ninguém tinha ido além das palavras ‘recomendamos contra’ os exames de rotina em mulheres de 40 a 49″, disse Bruce Ned Calonge, diretor da força-tarefa, em recente entrevista. “Nós não dissemos: ‘Não façam os exames’. A intenção da força-tarefa era promover uma tomada de decisão compartilhada entre os médicos e as mulheres daquela faixa etária”.

Já existem algumas indicações de que clínicos gerais estão reduzindo as orientações para mamografias. Um recente relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças afirmou que um terço dos casos de câncer de mama é diagnosticado em estágios avançados, quando o tratamento é mais difícil.

A tendência é perturbadora para Weiss, que diz ter receio de que as mudanças radicais na forma como as mulheres vivem –puberdade adiantada, aumento da obesidade e do consumo de álcool, poluição ambiental, uso prolongado de contraceptivos orais, gravidez tardia e redução na amamentação –possam levar ao surgimento de câncer de mama em idades menores.

Sua própria cirurgia correu bem. Ela não precisou de radiação ou quimioterapia, pois o câncer não havia se espalhado. Ela iniciou o tratamento com hormônios e logo estava de volta à sua ocupada agenda em tempo integral.

Weiss, que vive em Wynewood, Pensilvânia, fez algumas mudanças de estilo de vida desde seu diagnóstico –filtrar a água da torneira, não cozinhar em plástico e comprar carne sem hormônios e frutas orgânicas. Ela perdeu sete quilos e se tornou uma entusiasta da dança-exercício chamada “zumba”. Ela come muitos vegetais verdes, reduziu o vinho e sempre tenta ter uma boa noite de sono.

“Estou compartilhando minha história para estimular as mulheres a dar um passo à frente e fazer as mamografias”, disse ela. “Tenho sorte por ter identificado cedo o problema, e quero usar minha situação como exemplo do valor da detecção antecipada.”

“A verdade é esta: toda mulher está sob o risco. E toda mulher precisa fazer tudo a seu alcance para se proteger.”

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Fonte: Liga Contra o Câncer

Para diminuir a incidência de câncer de mama no Brasil, país onde a doença mata 11 mil mulheres por ano, o Inca (Instituto Nacional do Câncer) elaborou algumas recomendações baseadas em estudos científicos.

O objetivo é fazer com que as mulheres e a sociedade fiquem atentos para a detecção precoce do câncer de mama. As   dicas também são válidas para homens, já que a doença os ataca, mas em uma escala muito reduzida. Confira abaixo as recomendações:

1ª – Toda mulher deve ter amplo acesso à informação com base científica e de fácil compreensão sobre o câncer de mama;

2ª – Toda mulher deve ficar alerta para os primeiros sinais e sintomas do câncer de mama e procurar avaliação médica;

3ª – Toda mulher com nódulo palpável na mama e outras alterações suspeitas deve ter direito a receber diagnóstico no prazo máximo de 60 dias;

4ª – Toda mulher de 50 a 69 anos deve fazer mamografia a cada dois anos;

5ª – Toda mulher deve saber que o controle de peso corporal e da ingestão de álcool, além da amamentação e da prática de atividades físicas, são formas de prevenir o câncer de mama;

6ª – A terapia de reposição hormonal, quando indicada na pós-menopausa, deve ser feita sob rigoroso acompanhamento médico, pois aumenta o risco de câncer de mama.

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Fonte: R7.

Os componentes ativos da maconha e seus derivados poderiam reduzir o crescimento do câncer de mama e a aparição de metástases, constata uma equipe de cientistas espanhóis que testou os efeitos desta droga em ratos.

Em comunicado, os pesquisadores da Universidade Autônoma de Madri (UAM), a Universidade Complutense de Madri e o Centro Nacional de Biotecnologia destacaram nesta segunda-feira que os “cannabinoides” podem deter e acabar com as células derivadas de tumores de mama.

Essa descoberta acaba de ser publicada na revista “Cancer Cell”, na qual os cientistas explicam que a pesquisa foi realizada com ratos afetados pelo modelo genético de câncer de mama MMTVneu.

Estes animais, segundo a UAM, geram de forma espontânea tumores de mama que posteriormente são transferidos por metástase ao pulmão, porque expressam elevados níveis de uma proteína chamada “oncogene ErbB2″, também presente nos humanos que sofrem deste tipo de câncer.

Os pesquisadores indicaram que a propriedade antitumoral desses elementos parece vir dada pelo receptor de cannabinoides CB2, enquanto os efeitos psicotrópicos associados a esta droga se devem fundamentalmente ao receptor CB1, que é – nas palavras dos especialistas – “o que se expressa predominantemente no sistema nervoso”.

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Fonte:  Revista Exame.

Os pesquisadores compararam 681 mulheres que tiveram câncer de mama com 611 mulheres sem câncer de mama. A quantidade de isoflavonas de soja em suas dietas foi registrada, variando em elevada (217 microgramas ou mais por dia), média (76 a 216 microgramas) ou baixa (inferior a 76 microgramas).

A pesquisa chegou a conclusão que mulheres que comiam uma boa quantidade de isoflavonas de soja (217 microgramas, o que corresponde a menos de metade de uma porção) por dia tinham uma redução de 30% na chance de desenvolver câncer de mama invasivo do que as mulheres que comiam pouca soja (76 microgramas por dia ou menos ).

As mulheres que comiam mais isoflavonas não só tinham um risco 30% menor de ter câncer de mama invasivo, como também um risco 60% menor de desenvolver um tumor de grau 1, que é o tipo menos agressivo de tumor.

As mulheres pré-menopáusicas que comeram a maior quantidade de isoflavonas também tiveram um risco 30% menor de desenvolver câncer em estágio 1, um risco 60% menor de desenvolver câncer em estágio 2 e um risco 70% menor de ter um tumor maior que 2 centímetros, do que as mulheres que comiam menos soja.

Porém, os resultados mostram que, mesmo quando as isoflavonas de soja são consumidas em níveis baixos, ainda podem ter um efeito protetor.

75% das mulheres no estudo não comiam produtos de soja. Elas obtinham as isoflavonas de verduras, café, pão enriquecido com nutrientes, e carnes. Inclusive, os pesquisadores ressaltam que a maioria das pessoas não consome várias porções de soja por semana, assim os resultados são significativos porque imitam a dieta real das pessoas.

Segundo os pesquisadores, o possível papel da soja no câncer de mama decorre do fato de que as isoflavonas podem afetar os hormônios através da ligação com receptores de estrogênio no organismo.

A constatação apóia estudos anteriores que afirmaram que a soja reduz o risco de câncer de mama, e contraria outros estudos que mostram um risco aumentado de câncer com o consumo de soja.

Segundo os pesquisadores, as isoflavonas não parecem ser prejudiciais, pelo menos não neste estudo. Especialistas que não participaram da pesquisa dizem que quando a soja é consumida como alimento, não há provas de que seja prejudicial para a saúde. Como suplementos é que pode haver alguma confusão, e levar a crer que ela pode ser ruim.

Alguns estudos in vitro e com animais que relacionaram a soja a um risco aumentado de câncer de mama podem ter chegado a esse resultado por causa da ligação dos receptores de estrogênio com isoflavonas que estimula o crescimento do tumor. No entanto, esses resultados não têm sido encontrados em humanos.

Parentes e até mesmo mulheres que enfrentaram o Câncer de mama estão aderindo a moda da tatuagem para deixarem registrado suas vitórias e superações no tratamento contra a doença. Descobrimos várias tatuagens (ou tattoos) com este tema, principalmente com o símbolo (o laço rosa) como sendo o mais popular.

Para ver todas, basta clicar neste link.

O Instituto Avon lançou este mês sua coleção de camisas que terão parte de sua venda convertida para apoio a projetos que visam a detecção antecipada do câncer.

Vários artistas como Cauã Reimond, Cléo Pires, Bruno Gagliasso e Aline Morais cederam a imagem doando o cachê para a campanha. Outra curiosidade, é que 2 das 3 camisetas da coleção utilizam garrafas pet em sua composição, ou seja, contribuem para o combate ao Câncer e ainda ajudam a despoluir o meio ambiente.

Mais detalhes sobre a campanha “Avon contra o Câncer de Mama“, você poderá achar no próprio site do instituto.

É de extrema valia qualquer tipo de esforço das empresas contra esse mal que mais mata mulheres no mundo.

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS) de nove novos tratamentos para câncer de fígado e de mama, leucemia aguda e linfoma. O pacote de medidas também prevê ampliação, em até 10 vezes, do valor pago por 66 procedimentos já realizados por hospitais conveniados.

Foram liberados R$ 412,7 milhões para serem investidos na reestruturação da assistência em oncologia no Sistema Único de Saúde (SUS). “Esta é a maior mudança na atenção oncológica desde 1999, quando foi instituída a nova política para o setor. As alterações vão impactar de forma muito positiva na qualidade do atendimento dos 300 mil brasileiros que todos os anos acessam o Sistema Único de Saúde para o tratamento do câncer”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão (foto).

Nesta quarta, Temporão assinou duas portarias que reestruturam o setor e permitem a liberação de recursos a estados, Distrito Federal e municípios. “Esses investimentos a mais projetam o gasto global do Ministério da Saúde para o tratamento dessa doença para R$ 2 bilhões”, afirmou.

A aprovação dos novos valores vai permitir que esquemas quimioterápicos recentes, que adotam novos medicamentos, possam ser adquiridos e fornecidos pelos hospitais habilitados no SUS para tratar o câncer. “Estas mudanças permitem remunerar melhor os procedimentos, como também que novas técnicas e novas tecnologias sejam colocadas à disposição dos pacientes”, disse o ministro. “Permitem, por exemplo, a utilização no SUS de novas drogas, como o Rituximabe (nome comercial Mabthera), medicamento indicado para linfoma”, completou Temporão.

Além dos novos tratamentos, os recursos adicionais serão usados também no reajuste do valor pago pelo SUS aos hospitais que realizam serviços de radioterapia.

Temporão negou que as medidas anunciadas tenham caráter eleitoreiro e afirmou que vinham sendo estudadas pelo governo há oito meses.

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Fonte: G1.



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